Como me sinto quando contam o final do livro

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Jardim Secreto- Johanna Basford

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Faz algum tempo que comecei a pintar mandalas e tenho gostado muito disso, pois adoro brincar com cores e é uma atividade extremamente relaxante. Então ganhei de presente há dois dias um livro chamado Jardim Secreto, no qual podemos colorir vários tipos de flores e animais. Além disso, existe uma espécie de caça ao tesouro: no início do livro são mostradas algumas figuras e diz quantas delas existem espalhadas no livro, e precisamos encontrá-las. As ilustrações são bastante detalhadas e grandes e o bom disso é que aproveitaremos o livro por bastante tempo.

Espero que gostem do livro tanto quanto eu!

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foto post jardim secreto

Descobrimento

Descobrimento

Escrevi um poema dia desses sobre como quero ser; mas percebo hoje que estava enganada. Para 2015, eu vou é ser mais eu, mergulhar nesse universo que é a vida, sempre acompanhada da escrita, pra poder relembrar nossos crescimentos e aprendizados depois.

Nesse clima de ano novo/vida nova, desejo ser cada vez mais madura e experiente, reutilizando sempre o passado para que deixe o presente mais robusto e encorpado; pronto e inteiro para se feliz, nada de arrependimentos.

Comecei a escrever meus pensamentos no papel. Saem tão mais verdadeiros e cheios de si que minhas vontades de podar pela raiz vão se dissipando. Perco a vergonha de dizer o que penso e me sinto cada vez mais leve.

Li há pouco “Livro- um encontro” de Lygia Bojunga e percebo que a minha essência não está nos livros que leio, nem em quem os escreveu; ela está no que sobra. No que poucos veem, na poesia.

Amo a poesia porque ela é toda bagunçada, que nem eu. E não quero, em hipótese alguma, deixar de ser assim.

Fazer retrospectivas do que vivi é maravilhoso, porém mais que isso é viver. Já fui boba e capaz de cogitar a possibilidade de deixar tudo isso pra trás, mas não me arrependo. Aprendi muito com isso, porque momentos de fraqueza existem.

Uma pessoa muito sábia me disse certa vez que nem toda dor é sinônimo de amargura. Então espero lembrar disso na próxima vez que o nó no peito aumentar.

Não quero acabar esse texto com aqueles pontos finais de uma vida de sonhos, desejos e gozos não terminados, inacabados. Quero aquele ponto e vírgula que poucas pessoas usam, mas que gosto tanto.

Novos anos servem para novas perspectivas, não para mudarmos quem somos. Isso é bobeira. Nós só vamos acalmar nosso peito e alma quando ser você mesma não é nem um pouco ruim.

(Iasmin Pires)

31/12/2014

A Máquina- Adriana Falcão

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A Máquina (Brasil, 1999), foi escrito pela carioca Adriana Falcão (conhecida escritora da literatura infantil brasileira, casada com João Falcão- roteirista, diretor e compositor recifense-, que produziu o filme que leva o mesmo nome). O livro foi publicado três vezes pelas editoras Objetiva e Salamandra, respectivamente.

No livro, conta-se a história de Antônio; um menino que mora em um lugar “longe que só a gota” chamado Nordestina, mas que não quer ir embora por conta de seu amor, Karina. A moça, porém, quer conhecer o mundo, tê-lo nas mãos e Antônio, que não mede esforços para fazer tudo do que ela mais deseja, parte em busca do mundo para presenteá-la. É perceptível o amor que ele sente por ela e é isso que move a história, sempre com um quê de sonho com sabedoria.

A leitura flui tranquilamente, com pequenos capítulos, letras grandes, linguagem informal e poética- esse é o diferencial. Infelizmente, a diagramação do livro publicado pela editora Salamandra é diferente das outras e perde a ideia do texto original, que é “sentir na pele” a cultura do povo do Nordeste (lugar que inspirou a autora para o cenário de Nordestina); o modo como eles falam e pensam.

Para o entendimento da obra, é necessário sensibilidade artística, porque a literatura é um caminho muito difícil de ser explorado.

Através do universo

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De uns tempos pra cá, virei amiga da Lua- com letra maiúscula mesmo, porque esse é um nome próprio para quem vive em constantes mudanças- e, percebi que sou semelhante a ela, indecifrável.

A Lua muitas vezes é ofuscada pelo brilho do sol e não mostra sua verdadeira identidade; nem mesmo à noite, que é onde possui o maior espaço do mundo para mostrar o que tem de melhor.

Mal sabemos nós que a Lua, na época em que mais brilha, está escura por dentro.

Por conta de todas as suas fases, a Lua, minha querida amiga, serve de inspiração para muitos estudiosos e filósofos e nem ao menos tem noção disso.

Muitos já pisaram nela, mas poucas pessoas, capaz de serem contadas a dedo, chegaram a realmente explorá-la além do que a barreira invisível dela permitia adentrar.

Vida mansa

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Flores no asfalto
Céu e mormaço
Meio caminho andado
Me afasto

Roupa desenhada
Saia bordada
À procura de um
Laço

Livros e chá
Um lugar chamado
Lar

Papel e caneta
Sonho infiltrado

Reconhecimento

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Semana passada publiquei uma resenha do livro Malas, Memórias e Marshmallows e a autora comentou!!!
Fiquei muito feliz pelo reconhecimento, porque muitas vezes me senti desestimulada a postar coisas interessantes aqui no blog, quando eu tinha no máximo 5 acessos por semana.
Então espero que mais pessoas achem meu blog e que compartilhem com seus amigos!!
Obrigada a todos que me acompanham até hoje. 🙂

Tag- 10 perguntas literárias

foto retirada do we heart it

foto retirada do we heart it

 

Conheci essa tag pelo blog Viciadas em Livros e resolvi postar aqui também.

1) Qual a capa mais bonita de sua estante?

Apaixonada por palavras Paula Pimenta.

2) Se pudesse trazer um personagem pra realidade, qual seria?

Rodrigo de Minha Vida Fora de Série– Paula Pimenta. Ele é o cara dos meus sonhos!!

3) Se pudesse entrevistar um autor, qual seria?

Lygia Bojunga, com certeza. Eu amo os livros dela.

4) Um livro que não lerás de novo? Por quê?

Depois daquela viagem- Valeria Piassa Polizzi. A leitura é muito cansativa e o tema não me agradou.

5) Um casal?

Anna e Étienne St.Clair de Anna e o beijo francês- Stephanie Perkins. Quando esses dois estavam juntos não tinha como eu não suspirar e imaginar um amor desses pra mim.

6) Dois vilões (pode ser tanto dois vilões que goste, como dois vilões que não goste)

Dois vilões que não gosto: Feiticeira Branca de Nárnia- C. S. Lewis e Voldemort de Harry Potter- J. K. Rowling (nunca li a coleção, mas só me lembrava desse outro vilão).

7) Um personagem que matarias (ou tiravas do livro)

Tory de Sorte ou Azar– Meg Cabot. Essa menina é muito cruel.

8) Se pudesse viver num livro, qual seria?

Se eu fosse a personagem principal, viveria no livro A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista- Jennifer E. Smith.

9) Qual o teu maior livro e o mais pequeno?

Maior livro: Nárnia. 752 páginas.

Menor livro: Sonhos, Grilos e Paixões. 63 páginas.

Os livros linkados são os que já têm resenha aqui no blog. Caso vocês queiram de mais algum, é só pedir nos comentários. Obrigada 😉

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Emprestando livros

emprestando

Li uma coluna muito legal na Revista Época chamada: “O prazer e o risco de emprestar um livro” e fiquei com essa ideia matutando na minha cabeça até que decidi falar sobre isso aqui no blog.

Antigamente, eu emprestei um livro para uma colega e ela não me devolveu até hoje. Acho que esse fato influenciou a minha recusa em emprestar os outros, mas com o tempo aprendi (para a minha felicidade e a de quem me pedia emprestado) que eu deveria compartilhar os meus livros preferidos com as pessoas que eu achava que iriam gostar da leitura e que pediam pra mim, por isso deixei pra lá o medo dele voltar num estado um pouco mais degradado e resolvi convencer os meus amigos que gostam tanto de ler quanto eu a emprestar seus livros e deixar de paranóia também.

Como alguns de vocês sabem, não consigo ficar muito tempo sem um livro, o que tem acontecido muito porque não estou em condições de comprar todos os que desejo. Então a única alternativa que me restou foi pedir emprestado a alguém. E como eu sempre emprestei para os outros, não tive dificuldades em receber de bom grado os livros que tanto queria emprestado. Ou seja, aquele velho ditado veio a calhar: faça com os outros o que gostaria que fizessem com você.

Por ter ficado dos dois lados da moeda numa situação como essa, garanto que quando você empresta um livro a uma pessoa e ela gosta do que leu, a sensação de orgulho é melhor do que a sensação que você teve durante a leitura, e faz com que você queira mostrar esse livro para todos à sua volta. E que receber o livro que você queria mas não pode comprar de alguém por quem você tem um enorme carinho traz uma felicidade imensa.

Sejam felizes e emprestem seus livros!!

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Malas, Memórias e Marshmallows- Fernanda França

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Li esse livro há tanto tempo que nem lembro mais quando foi, e sinto muito por isso porque gostei bastante da história, só que não recordo dos detalhes. Então me desculpem se essa resenha for um pouco “vazia”.

Malas, Memórias e Marshmallows é um livro muito contagiante: presenciamos a história da doce e divertida Melissa Moya, que foi despedida do emprego no dia de seu aniversário. Porém, ela conhece o charmoso (adoro essa palavra) Theodoro Brasil, seu vizinho, e tem a chance de viajar mundo a fora. Me empolguei com a história e morri de vontade de viajar pelo mundo, tanto que disse à minha mãe que gostaria de ser jornalista, a profissão da personagem, para me tornar uma viajante e ao mesmo tempo escritora. O ponto forte do livro é que conhecemos, junto com Melissa, diferentes lugares e culturas. Adorei.

Esse é o único livro que li da Fernanda França (acho que também é o primeiro que ela publicou) e estou aguardando ansiosamente pelo próximo lançamento. Adorei a narrativa e a forma como a autora encaminhou a história e recomendo à todos que gostam de um chick-lit.

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